quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quase tudo que eu quero falar

Eu nunca vou esquecer o que vocês fizeram comigo, meu marido e meu filho bebê. Nunca. Nem que eu viva 100 anos vou esquecer o que aconteceu.
Destratar meu marido, me despejar de casa, fazer eu tirar um bebe do seu quarto, isso não tem perdão, por mais que eu tente vislumbrar, eu não consigo. Toda minha vida fiz tudo que vocês quiseram, até mesmo deixei para trás coisas que acreditava, me humilhei para que tudo se consertasse.
Hoje consigo ver que as pessoas valem quando fazem exatamente o que vocês querem, nada mais nada menos. Tudo que foge daquilo que vocês imaginavam ou desejavam vocês retribuem com desdém e maldade.
Como uma mãe consegue viajar para assistir jogo de tênis quando nem sabe o que está acontecendo com sua filha e o tão "amado" neto. E como um pai despeja a filha e o neto? Como concorda com tudo e não assume a realidade. Que tipo de amor é esse?
Ah talvez tenha esquecido que quem é egoísta não ama ninguém...


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Bondade tem limite?


Na minha concepção, sim bondade têm limite, pode demorar ou não, um dia o bom se revoltará.
O que acontece é que a maioria das confundem bom com bobo, e ninguém consegue ser bobo ou ser humilhado por muito tempo.
Existem pessoas extremamente boas, que um dia, após anos de passividade, colocam limites e impõem respeito. Como um grito de liberdade, que é interpretado pelos medíocres de forma completamente negativa, como se o bondade nunca tivesse existido, é realmente, os medíocres julgam por si.
Para construção da sua auto-estima entre outras coisas há o "impor limites". Você pode ser extremamente bom, mas essa estória de dar a outra face, ao meu ver é burrice. Estamos aqui para respeitarmos as pessoas, qualquer tipo de desrespeito é intolerável. O que me entristece é que a ausência de respeito ao próximo vem se alastrando pelo mundo, e hoje ser muito bom é sinônimo de tolice, passividade, mas o que fazer? Para mim ser bom é a premissa básica para vivermos em paz.

Por que as mulheres ainda se sentem mal com o dia seguinte?


Fico impressionada que hoje ainda existam mulheres que se sentem mal pela ausência do contato do dia seguinte.
Uma coisa é fato o principal objetivo que a maioria dos homens têm quando levam você para jantar ou qualquer coisa esse tipo, é levar você para cama. Pode ser floreado, com galanteios ou até sem nada, o que acho mais justo quando não se quer nada além disso. O homem não está querendo conhecer seu interior em hipótese alguma. Agora se a coisa fluir depois, é porque ouve liga, ou porque tinha que acontecer, ou porque o cara é uma exceção mas por via de regra a cama é o foco.
Você pode conhecer o cara há um dia, uma hora, 10 anos. A motivo é sempre o mesmo.
Não que eu tenha uma visão negativa sobre isso, nem que que as mulheres tenham que começar a fazer doce, mesmo porque não adianta nada. Isso é instinto.
Agora ficar se sentindo uma puta porque o cara não liga, ou não manda mensagem, ou não responde, isso é perda de tempo.
Tem cara babaca para caramba, imaturos, e afins.. O que acho que deveria acontecer é que quando você resolver ir para cama com alguém é para você curtir também, porque no final você pode gostar ou não. Já ouvi estórias de mulheres que ligaram o dia seguinte para dizer que foi uma porcaria. Aí já acho um exagero. Mas o que penso é você só deve ir quando realmente está a fim. Se vai dar certo ou não, se o cara vai ligar ou não, pouco importa, o que importa é estarmos bem resolvidas e de bem com a vida.